domingo, 29 de setembro de 2013

Situação de Aprendizagem Interação e transformação dos materiais



Figura retirada da internet

A presente situação de aprendizagem se refere a uma das etapas de um dos cursos de formação de professores do Estado de São Paulo, mais especificamente do Curso Melhor Gestão Melhor Ensino, MGME - Formação de Professores de Ciências - 1a edição/2013 - Campinas Leste e é resultante das atividades, observações e discussões entre os professores tanto durante os encontros presenciais I e II quanto de discussões nos fóruns na plataforma do curso à distância desta Escola de Formação. Nos encontros presenciais dos professores foram divididos em grupos que trabalharam temas e subtemas diferentes, assim, dentro do tema Ciências e tecnologia foram discutidos alguns sub-temas dentre eles as interações e transformações dos materiais. Dentre as várias situações de aprendizagens sugeridas, o grupo optou por esta.

Introdução:

Antes mesmo de pensarmos em identificar as características dos materiais na natureza é importante relembrar que todos eles são uma pequena parte do Universo, tanto os que ocorrem naturalmente quanto aqueles fabricados pelo Homem. Eles estão ao nosso redor e fazem parte do nosso cotidiano de maneira tão decisiva e engajada em nossa cultura que pode passar desapercebida a sua importância.
Uma reflexão ao passado mostra que sempre estiveram ligados à ascensão humana, sendo que sua importância cada vez mais se evidencia na medida em que são matéria prima que resultam tanto em desenvolvimento tecnológico, consumo e subsistência.
Como professores de Ciências é importante que não nos prendamos somente em ensinar as propriedades dos materiais, suas interações e transformações na natureza mas também que no decorrer das aulas os alunos sejam convidados a refletir sobre o papel desempenhado por todos frente aos materiais, seja enfocando a extração e o uso da matéria prima, o estudo científico na criação de novos materiais, os usos econômicos e tecnológicos que geram conforto, emprego, segurança e desenvolvimento em diversas áreas. Mas além de trazer emprego e subsistência, o fazer tecnológico implícito nas interações e transformações da matéria em geral pode resultar também em devastação e desequilíbrio ambiental, então a necessidade do conhecimento relacionado ao tema que vai além do cognitivo, passando para o social e mesmo afetivo, afinal os nossos alunos estão ainda construindo os seus valores, sendo a escola também responsável pelas interações na sua coletividade.
Enfim, o tema interações e transformações dos materiais e seus diversos sub temas podem ser um convite ao conhecimento tanto tecnológico quanto humano, dependendo do olhar que se queira dar à aula, pois não se pode esquecer que na natureza tudo são ciclos onde os materiais estão constantemente fluindo durante seus usos e transformações, alguns renováveis e outros não, campo interessante para se discutir o meio ambiente e qualidade de vida.
Neste ponto retornamos à importância de conhecer a natureza dos materiais, suas propriedades, interações e transformações com experimentos simples, aplicáveis em sala de aula, com leituras e acesso a figuras e vídeos ligados ao assunto, o qual está dentro do tema Ciência e tecnologia.
Exemplo de vídeos: alguns mais reflexivos e outros mais práticos quanto a interações e transformações dos materiais.
A matéria e suas propriedades: http://www.youtube.com/watch?v=2UiaQRyeFNw
Natureza: mudança de fase: http://www.youtube.com/watch?v=6l-zXkvqlvQ
Transformações da Matéria: http://www.youtube.com/watch?v=5HOCdMz_4FM
Aprendendo as tansformações da natureza: http://www.youtube.com/watch?v=z_e7UgVCKIE

      Em nossa introdução, apresentamos um pouco sobre a importância de se pensar nos materiais como uma parte constituinte de tudo o que nos cerca, incluindo nós mesmos, além de sua constante mudança através de uma série de transformações. Complementando a situação de aprendizagem apresentamos uma situação de aprendizagem que pode ser feita com os alunos, que além de abordar as interações e transformações dos materiais, ainda serve para trazer os alunos mais próximos dos métodos científicos de descobertas e experimentações.

      Nossa proposta de Situação de Aprendizagem, que foi criada dentro do Curso Melhor Gestão Melhor Ensino foi debatida do fórum do Curso, tendo ficado decidido o presente tema, que consiste em levar aos alunos a seguinte problemática:

"Como distinguir um punhado de açúcar de um punhado de sal no ambiente doméstico sem cheirar e sem provar?"



      Através desta pergunta, queremos levar aos alunos o conceito de propriedades dos materiais em sua interação com luz, calor, eletricidade e tensões mecânicas, ou seja, forças físicas que podem causar transformações.

Desenvolvimento e resultados


      Uma proposta válida para o trabalho nesta Situação de Aprendizagem é a realização de um experimento para a confirmação dos materiais, enfatizando o uso do método científico e a situação do cotidiano. Os alunos então seriam incentivados a produzir em grupos um protocolo de experimento para que pudessem, através de uma série de testes que podem ser feitos em ambiente doméstico, elucidar os materiais.
      Em seguida, o professor, em sala iria, junto com os grupos, realizar o que cada grupo propôs como alternativa para a identificação dos materiais. Os alunos iriam propor hipóteses e anotar os resultados de cada prática. Ao final, um relatório seria realizado e os alunos discutiriam se suas hipóteses e proposições de experimento foram válidas ou não e contariam um pouco sobre a experiência. Um modelo de relatório poderia ser entregue aos alunos pelo professor para que pudessem se basear e realizar os seus.
      O professor pode interferir durante todo o processo, dando dicas tanto para a confecção dos protocolos quanto dos relatórios, realizando uma introdução ou um encerramento abordando as propriedades dos materiais quando confrontados com forças físicas.

Tempo de Atividade

10 a 12 aulas, divididas da seguinte maneira:
-Explicação prévia (opcional): 2 aulas
-Confecção de protocolo: 2 aulas
-Realização dos experimentos: 4 aulas
-Realização de relatório: 2 aulas
-Discussão e fechamento: 2 aulas

Avaliação


      Podem ser avaliados por diversos métodos, como participação nas atividades, entrega dos materiais escritos, envolvimento na realização do experimento, prova escrita, entre outros. 

Recuperação


      Os alunos que não conseguiram ser avaliados de forma satisfatória podem ter como opção de recuperação a realização de pesquisas sobre o tema, seminários, entre outras ideias que o professor achar válidas.

Espero que os colegas se inspirem e possam ter novas e produtivas ideias!!!

domingo, 22 de setembro de 2013

Depoimento de Ligia

Sou filha de professora e por isso cresci em meio aos livros infantis da coleção Monteiro Lobato, Barsa e outros.
Adorava escutar discos de vinil sobre estorinhas infantis ( Gato de Botas, Chapeuzinho vermelho,Quebra nozes entre outros) numa vitrolinha que ganhei quando tinha quatro anos de idade. Toda vez que colocava para escutar viajava no mundo da imaginação vestia os personagens. Mesmo não conseguindo compreender o valor das palavras acompanhava a história pelos desenhos,era fabuloso.
Aproveito para concordar com a colega Gelcilene quando afirma que a participação da família na vida escolar da criança é importante,pois dessa forma acaba incentivando e desenvolvendo o gosto pela leitura nas crianças muitas vezes sem perceber.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013


ola pessoal do grupo 6 o blogue ficou muito bom com postagens muito interessante sobre a leitura e a escrita em ciências é muto bom sempre a troca de informações.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Depoimento - Daniel

Ola estou diante de grande lembranças , pois , na universidade tive a oportunidade de ler um Livro chamado O gene Egoísta do autor Richard Dawkins  , tal experiencia marcou o percurso da minha graduação , pois no livro existia temas conflitantes , como Altruismo e Egoismo que permeavam o inicio da graduação de Biologia na Unesp , neste livro há vários exemplos sobre etologia e a relação mae e filho , a qual estava distante da minha Mae em outra cidade , Rio Claro , sentindo muita saudade e ao mesmo tempo entendendo a grande trama da vida abordada em moleculas do DNA . Recomendo este livro e outros como Relojoeiro cego ; Os jardins do Eden ; A escalada do Monte Improvavel do mesmo autor ...
Obrigado
DANIEL

Depoimento - Gabrielle

Depoimento de Leitura e Escrita

Gabrielle F. dos Santos Ambrozini


             Bom, tive muitas experiências boas com a leitura, mas acredito que uma em especial me marcou bastante. Quando estava na 6ª série, minha professora de português, com quem tive o privilégio de trabalhar e com quem aprendi muito, nos pediu para que escolhêssemos um livro, que fizéssemos a leitura e que posteriormente faríamos um seminário, na época eu não fazia a mínima ideia do que aquilo significava.

             No dia marcado para a execução do seminário descobri o significado e entrei em pânico. Sempre fui tímida e me expor daquela maneira não seria nada fácil. O livro que escolhi foi um que eu já havia lido antes, se chamava “Meu sapo de estimação”, eu adorava, me identificava muito, pois sempre gostei de animais diferentes. Mesmo ele sendo um pouco infantil para minha idade, resolvi escolhe-lo.  Como citou Newton Mesquita: "Quando você vê um quadro e gosta muito, a sensação é a de que aquela imagem sempre esteve dentro de você. Com o texto é a mesma coisa: aquilo toca na sua essência e detona tantas ideias e fantasias que se torna parte de sua vida"
              
             Quando foi minha vez de contar sobre o livro descobri que, quando falamos de algo que gostamos, de uma historia que nos inspira e nos fascina passamos isso para o próximo. Todos se apaixonaram pela história e nem por um segundo sequer, minha turma deixou de ouvir oque eu tinha para contar. Foi maravilhosa a experiência e assim como esse primeiro seminário, muitos vieram e muitas historias fascinantes li e compartilhei.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Encaminhamentos pedagógicos - O Uso de blog no ensino de Ciências

Este texto eu escrevi por ocasião de uma vídeo-aula* que abordava o tema do título 



Em vídeo-aula anterior já foi abordada o uso da tecnocultura e como ela é importante nas cultura dos jovens e na formação de suas identidades. Vimos que a internet é um ambiente prioritário para os jovens urbanos. Lá utilizam uma serie de práticas e fazem produções sendo influenciados nas suas identidades, e que a escola precisa mapear as práticas deles para conseguir um híbrido entre a cultura deles e a da escola, o que envolve procedimentos, conhecimentos, habilidades de raciocínio e valores.

Nessa vídeo-aula foi relatada uma pratica pedagógica conduzida durante um ano nas aulas de Ciências no 9o. ano no ensino fundamental, com o uso de internet, muito interessante. Resultados demonstraram que um blog construído pelos alunos produzia maior motivação, melhorando a qualidade do texto deles bem como o aprofundamento dos temas e seus conhecimento.

Isto me faz lembrar que no começo deste ano letivo eu criei um blogue para cada série que leciono. Acreditava que a adesão seria grande por parte dos alunos, uma vez que o conceito que eu tenho é que eles adoram a internet. Venho postando vídeos relacionados aos temas que vamos estudando mas a adesão deles tem sido insignificante, já que não têm postado comentários, e este é o sinal de que não acessaram os vídeos, mesmo valendo nota. Isso foi uma surpresa pra mim.


Concluo, com essa vídeo-aula que deveria ter proposto a montagem do blogue em conjunto com eles, e com abordagens selecionadas a partir de um mapeamento dos interesses e práticas deles em seus cotidianos, aproveitando os temas detectados para desenvolver estudos na sala, bem como contar com eles para a postagem de textos. Isso por si seria um pretexto para discussões e reflexões, por demonstrar a partir do que eles escolhessem para postar, o que estavam de fato aproveitando das aulas, bem como entender quais conceitos e usos a respeito de tecnologia eles de fato dominam e se têm noção a respeito dos tipos de impactos que a tecnologia pode causar na vida deles. 

Maria Sileuda M. Oliveira

*Vídeo aula do Curso de Especialização Ética, Valores e Cidadania na Escola - USP.

Depoimento de Leitura - Jéssica

"Desde pequena minha mãe e minha família me incentivaram a ler, com revistinhas em quadrinhos e livrinhos infantis. Todos liam para mim (muitas vezes mil vezes a mesma história) antes de dormir, e sempre via minha família lendo durante a noite e os fins de semana.

Aprendi a ler bem antes de ir à escola formalmente, graças a este incentivo. Na escola, aproveitava muito as caixinhas de leitura que ficavam em cada sala com livros de vários autores, como clássicos de Monteiro Lobato e Ruth Rocha e outros autores mais contemporâneos. As bibiliotecas também eram meu local preferido, além da minha própria, pois em minha casa temos muitos livros.

Li muitos livros considerados complexos e adultos muito nova, nunca tive preconceitos com autores, queria ler, entender e dar minha opinião sobre a obra. Na adolescência, além de frequentar o clube do livro da escola (que custava 1 real para auxiliar na manutenção dos livros), participei de dois concursos literários da escola, sendo premiada em ambos e iniciei blogs para publicar meus textos, sozinha e em parceria. Depois que entrei na faculdade, infelizmente meu volume de leitura "livre" diminuiu muito, mas não deixo de ler material e livros da minha área de formação, especialmente porque ser professor é estar atualizado no que acontece!

Meu sonho é que nosso país fosse mais leitor, mas leitor de obras relevantes, que pudesse analisar com criticidade o que lê e que pudesse comprar material de leitura de forma mais acessível, pois bons livros (e os ruins também) tem um alto valor de venda."

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Depoimento de Leitura e Escrita
Gelcilene Cecília Rubin Vieira da Silva



Eu também cresci em meios de livros e estantes repletas deles, pois a maioria dos meus irmão são professores.E sempre ganhava um livro de historia infantil desde os meus 7 anos e muitos deles tenho até hoje, pois e pela habilidade da leitura e da escrita que conseguimos nos tornar pessoas melhores e formar ideias.
Desde pequena sempre gostei de ler gibis, livros, revistas e me lembro que meu irmão comprou a coleção do Monteiro Lobato inteira pra mim, e todos os dias a noite antes de dormir eu lia um pedaço. Minha família sempre me incentivou a ler muito, pois meus pais sempre falaram para mim que quem muito lia sabia escrever direito.
Vejo que hoje em dia nossos alunos não tem gosto pela leitura já trabalhei em escolas que tinha como projeto a leitura e os alunos nunca pegavam livros eram muito poucos que tinham gosto pela leitura. Vejo que falta a participação da família na vida escolar pois se você cresce em um lar que e acostumado a ter o habito da leitura, as pessoas passam a gostar de ler e escrever. Lendo diferentes tipos de textos vamos nos familiarizando com as palavras e aprendendo novos vocabulários. Eu adoro ler até hoje quando me sobra tempo.

                                                      Postado por Maria Sileuda

Usando o dicionário

Olá, colegas professores,

Uma ferramenta muito útil para o ensino de Ciências é o dicionário, pois como todas as áreas do conhecimento, muitos termos técnicos que são utilizados nem sempre são dominados e compreendidos de forma adequada pelos alunos. Uma forma de ampliar não só o entendimento dos alunos em atividades como leitura e produção de textos e uso de protocolos de experimentação é o trabalho destes materiais em associação ao dicionário, pois ele pode dar pistas aos estudantes sobre significados de termos desconhecidos e palavras cujo significado não é claro. Isto amplia o vocabulário e permite a produção de trabalhos melhores em todas as disciplinas.


Mesmo que não sejamos professores de Língua Portuguesa, é imprescindível saber como usar o dicionário. Neste link vocês encontram um tutorial para o uso do dicionário, de forma a dar mais segurança e ampliar as possibilidades de trabalho. Se em sua escola os alunos não possuem um exemplar ou não tem acesso aos dicionários, um único livro já basta para a realização destas atividades. Uma sugestão é que os alnos se revezem na responsabilidade de procurar palavras apontadas como desconhecidas pelos colegas no dicionário, uma atividade que com certeza vai auxiliar no aumento da participação positiva dos estudantes em sala de aula. Bons trabalhos!!

Professores integrantes deste blogue:

Gabrielle dos Santos
Daniel Lourenço
Maria Sileuda Moreira de Oliveira
Gelcilene da Silva
Jéssica Gosse


Obs.: o e-mail João Zarbini foi aberto por mim, professora Maria Sileuda. Eu o abri porque o meu e-mail original já tem 6 blogues no blogspot e quando os colegas acessassem para atualizar sempre iriam aparecer os outros, podendo gerar confusão. 
Abraços,
Maria Sileuda




Depoimento de Leitura e Escrita
Maria Sileuda M. Oliveira

Muito interessantes os depoimentos dos colegas de curso. Foi possível perceber que cada um tem o seu percurso, a sua história ligada à Leitura e à Escrita. Eu também entrei para escola já sabendo ler. A minha mãe mesma nos ensinou, assim como a várias outras crianças, a maioria parentes. Considero que isso é uma benção e me pergunto: se atualmente o número de pessoas alfabetizadas aumentou porque então os pais não têm mais o hábito de ensinar os filhos? Eu sempre gostei de escrever, embora não fosse de uma maneira sistemática e assim, não guardava muito os textos.
Apenas a partir de 2001 foi que eu comecei a guardar esses textos. Na verdade eu tomei tanto gosto pela escrita que até registros na Biblioteca Nacional eu fiz. Tenho vários livros registrados lá: “A música do mar” (Poesia – 2005); “As melhores sementes” (Prosas – 2005); “Para ler em frente ao mar, ou como se fosse” (Prosa – 2006); “Acordando as palavras” (Poesia-2006); “Versos que eu pensei” (Poesia - 2007); “Se há chuva ou se faz sol” (2007 - Contos/Crônicas) “As sementes da próxima safra” (2008-crônicas); “A presença da ausência” (Memórias – 2009). Todas essas obras estão lá, registradas mas não publicadas, por enquanto, na verdade eu não me achava a altura de uma publicação. Mas em 2006 eu ganhei um concurso literário nacional, com um livro de crônicas intitulado “A pontinha das páginas”, lembrando que algumas delas foram retiradas dos textos até então registrados. O prêmio, oferecido pela prefeitura de Manaus, foi o lançamento do livro em 2007, numa tirarem de 1000 exemplares o qual foi distribuído pelo Brasil à fora, nas escolas. Após esse lançamento eu comecei a me sentir um pouco mais segura e lancei mais 3 livros, dois logo no ano seguinte: “Girassóis ao meio-dia (Poesia-2008); “Uma sujeita esquisita” (crônicas – 2008) e mais recentemente o “Intrincada Leveza” (Contos-2012). Lembrando que ainda há exemplares disponíveis de todos!
          Gostaria de comentar algo: ter lido muito tem sido fundamental para a minha escrita. No entanto, por incrível que pareça, o tempo para a minha literatura não é o que se poderia chamar de integrado ao meu “fazer profissional” e por isso eu tenho o sonho de ainda coordenar a escrita de um livro de poesias com os alunos.
          Um abraço feliz aos amigos colegas de curso.

          Maria Sileuda
          (Cissa de Oliveira é o meu pseudônimo literário).  


Postado por Maria Sileuda

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Alunos com dificuldades: como lidar?

Olá, colegas professores,


  é muito comum que encontremos alunos com dificuldades de escrita e leitura em sala de aula, não importando o ano escolar no qual este aluno se encontra. Estas dificuldades podem ser de origens diversas, e infelizmente atrapalham o desempenho escolar e interferem na auto-estima do estudante. Os professores de todas as áreas podem e devem se envolver para auxiliar na melhoria da qualidade de vida escolar desse aluno, e aqui vão algumas dicas que podem ser feitas por colegas de todas as disciplinas para desenvolver o aluno com dificuldades:

1) Colocar o aluno num lugar da frente;
2) Estimular a participação oral e permitir a avaliação desta forma;
3) Evitar a leitura em voz alta perante os colegas enquanto o aluno não se sentir seguro;
3)Preferir perguntas curtas e diretas em exercícios, trabalhos e nos testes (preferencialmente perguntas de ligação, escolha múltipla em detrimento de perguntas de desenvolvimento);
4) Leitura das perguntas dos testes pelos professores, preferencialmente uma de cada vez e não a leitura do teste como um todo;
5) Para facilitar a leitura, utilizar um espaçamento de 1,5, letra mínimo tamanho 12, do tipo mais simples possível;
6) As perguntas devem ser feitas com referência a parágrafos ou linhas a reler;
7) Não penalizar os erros ortográficos na produção escrita do aluno com dificuldades;
8) Explicar, sempre que possível, o vocabulário mais difícil, contando com o uso do dicionário;
9) Evitar comentários negativos perante o insucesso do aluno, principalmente em público;
10) Atribuir tarefas que consiga realizar, aumentando gradualmente o grau de dificuldade;
11) Sempre que possível certificar que o aluno passou a informação do quadro e a indicação do trabalho a realizar em casa;
12) Permitir a gravação das aulas para posterior audição das mesmas pelo aluno em casa com a supervisão do encarregado de educação ou, em alternativa, fornecer apontamentos escritos sobre a matéria dada.

Vocês já tiveram alunos com dificuldades? Quais foram as estratégias adotadas para lidar com a situação?

domingo, 15 de setembro de 2013

Escrita e Ciência

Escrita e Ciência: pensar cientificamente é pensar através da escrita




scritaeciência:pensarcientificamenteépensaratravé Para o Prof. Robert Mitchell da Western Washington University, a importância da escrita para a ciência está ligada não apenas à forma como as descobertas científicas são compartilhadas, mas também ao grau de entendimento de um dado conceito. Nesses vídeos, legendados em inglês e excelentes para pesquisadores iniciantes, Mitchell discute algumas das implicações da interação entre escrita e ciência.